FIQUE LIGADO| Por que o fundo eleitoral de 2 bilhões não é utilizado nas compras de kits de prevenção do coronavírus?

Congresso aprova Orçamento com fundo eleitoral de R$ 2 bilhões para 2020, segundo Agência Câmara Notícias, é absurdo tanto dinheiro em prol da política , o mais importante são os projetos dos candidatos principalmente aqueles que de fato apresentam projetos, porque muitos deles fazem cara de paisagem e nada fazem e nem farão. O momento agora é de informar aos cidadãos , mas também favorecê-los, a sugestão inicial de utilizar o dinheiro para comprar kits é real, muitos brasileiros infelizmente não dispõe de dinheiro para comprar álcool em gel, mesmo que estivesse disponível para compra, nosso país como sabemos,há uma enorme desigualdade social.

Outra sugestão é lembrar o conceito do art 5º da Constituição que retrata a Isonomia , que significa direitos iguais, mas isso não funciona na prática, um exemplo evidente é se o trabalhador pode ficar 4 meses sem receber seus salários, porque não faz uma experiencia no congresso? Criar leis é mole, quero vê compartilhá-las.

Liberar dinheiro para fundo eleitoral é incentivar a corrupção para alguns candidatos que agem de má fé , convicto do que é ilícito. Mas o maior erro é a população ter memoria fraca, é esquecer de quem fez o bem ou mal e esquecem que o voto é uma arma , que através dele podemos mudar o país.

Abaixo relato da Agência da Câmara

Cenário econômico
Para 2020, as receitas totais são estimadas em R$ 3,687 trilhões, incluída a expectativa de que mais R$ 7 bilhões nos dividendos poderão ser repassados ao governo por empresas estatais. As despesas fixadas somam R$ 2,770 trilhões, já líquidas do refinanciamento da dívida pública, previsto em R$ 917 bilhões.

O texto aprovado prevê ainda que a inflação oficial do País, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve ficar em 3,53% em 2020. A meta da taxa de juros (Selic) é 4,40%. O câmbio médio projetado é de R$ 4,00 por dólar. Espera-se ainda um crescimento de 2,32% no Produto Interno Bruto (PIB).

Foi mantida em R$ 124,1 bilhões a meta fiscal para o déficit primário do governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central). Neste ano, a meta é um déficit de R$ 139 bilhões. Desde 2014, as contas públicas estão no vermelho: descontado o pagamento dos juros da dívida, as despesas superam as receitas.

Em 2020, o governo voltará a pedir autorização do Congresso para descumprir a “regra de ouro”. O relator-geral reduziu de R$ 361,5 bilhões para R$ 343,6 bilhões a necessidade de emitir títulos públicos para quitar despesas correntes; neste ano, foram R$ 248,9 bilhões. A Constituição diz que operações de crédito só podem financiar investimentos, e outras situações dependem de aval dos parlamentares.

Por: adaptado Sandra Sales Adaptado Agência Câmara / Foto reprodução

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